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2015/2014 - Versão Espaços Urbanos

Casa de abelha

 

“A miçanga todos veem. Mas ninguém nota o fio que, em colar vistoso, vai compondo as miçangas. Não por acaso, a maioria dos contos do fio das miçangas adentra, com fina sensibilidade, o universo feminino, dando voz e tessitura a almas condenadas à não existência, ao esquecimento.”

É a esse campo que se refere a fala. A fala é um estímulo predisposto a qualquer movimento imprevisível da alma e está no fundo desse campo, para onde tende a formação de linhas de fuga e a transformação da própria paisagem. A alma está no lugar do infinito e o infinito não é lugar nenhum, é um “movimento para” algum lugar.

Concepção e Coreografia: Flávia Tápias / Colaboração Artística: Giselle Tápias / Interpretes: Flávia Tápias / Sonoplastia: Marcio Schwartz / Produção: CDPDRJ / Co- Produção: Festival INTERPLAY, Itália / Apoio: Bocciofila Piemonte.

 
 
 
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